Portugal: Visión del candidato del PCP para sus FAS

En el texto, en portugués, se ve que si lo que propone se lleva a cabo se debilitaría enormemente a las FAS, PERO los comunistas cuando llegan al poder cambian y lo fortalecen: Venezuela, Corea del Norte, Birmania ( hasta hace poco), Cuba… Quiero creer que la gente en el Siglo XXI no se dejará embaucar, pero no digo nada porque en España tenemos a un general de 4 estrellas de fichaje “estrella”.

Este candidato se olvida que, como dijeron  de una manera u otra varios destacados gobernantes a lo largo de la Historia, los países no tienen amigos, tienen intereses.

Cavaco Silva no se puede presentar pues ya agotó los 8 años de mandato constitucional, buena suerte a nuestros vecinos para la próxima elección de presidente.
La incertidumbre se está instalando en la península ibérica y eso no es bueno para las inversiones y la creación de empleo. Para ellos somos su primer socio comercial y para nosotros es el tercero (en volumen)

Edgar Silva quer nova visão estratégica para as Forças Armadas

03 Jan, 2016 http://rr.sapo.pt/noticia/43216/edgar_silva_quer_nova_visao_estrategica_para_as_forcas_armadas

Candidato rejeita “o aprisionamento do país pelas políticas envolventes das grandes potências na NATO e da União Europeia”.

O candidato presidencial Edgar Silva defende uma nova visão estratégica para as Forças Armadas, que contrarie o cada vez maior envolvimento das tropas em missões exteriores, com excepção das que decorrem no âmbito das Nações Unidas.

“O Presidente da República deve contribuir para uma nova visão nacional, que contrarie um cada maior envolvimento operacional das nossas tropas em missões militares no exterior, em subordinação aos interesses da NATO e dos EUA, violando, em alguns casos, o direito internacional e as normas constitucionais portuguesas”, afirmou o candidato apoiado pelo PCP, numa declaração na sede do partido, em Lisboa.

Sublinhando que a independência e a soberania nacionais são valores inalienáveis, Edgar Silva preconizou que Portugal se assuma como parte activa num processo de desarmamento e de reforço dos mecanismos internacionais de segurança colectiva, no sentido da “dissolução da NATO e do impedimento da criação de novos blocos político-militares, rejeitando o aprisionamento do país pelas políticas envolventes das grandes potências na NATO e da União Europeia”.

Numa declaração exclusivamente dedicada à área da Defesa Nacional e às Forças Armadas, Edgar Silva defendeu ainda a necessidade de “uma nova visão estratégica para as Forças Armadas, de carácter nacional e democrática” e um “verdadeiro projecto de reestruturação e redimensionamento das Forças Armadas”.

“O Presidente não governa, mas muito pode fazer no quadro dos poderes que lhe são conferidos”, enfatizou, depois de lembrar que, apesar de caber ao Governo a condução da política de Defesa Nacional, este não o pode fazer sem o Presidente da República e “muito menos contra a sua vontade”.

“De certa forma, poder-se-á dizer que é ao Governo que cumpre decidir sobre o emprego das Forças Armadas, mas é ao Presidente da República que compete autorizá-lo”, sustentou.

Questionado se entende que Portugal não deve estar presente em missões internacionais, Edgar Silva ressalvou que Portugal tem deveres de intervenção em tudo quanto, na área político-militar, decorra de decisões ou de compromissos no quadro das Nações Unidas.

“Portugal pode e deve, no quadro das Nações Unidas, assumir compromissos e isso estaria em conformidade completa com a Constituição da República Portuguesa, em missões de paz, em missões de construção da paz”, disse.

Criticando a forma como o actual Presidente da República permitiu que o Governo se “intrometesse” na esfera de acção do chefe de Estado, nomeadamente ao deixar de desempenhar qualquer papel no envio de militares para o estrangeiro, o candidato às eleições de 24 de Janeiro defendeu ainda uma reflexão sobre a actual composição do Conselho Superior de Defesa Nacional, um órgão agora “quase inteiramente composto por membros do Governo” e de “pensamento único” e que deveria ter um “carácter plural”.

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